HERANÇA MALDITA OU CONTINUISMO???
Por Alberto de Avellar – Aos meus pensantes de Simões Filho, a cidade icônica dos absurdos.
Estamos a poucos dias do encerramento dos primeiros 365 dias do governo Del do Cristo Rei. Um governo que, até aqui, não deixou claro a que veio. Na prática, tudo segue exatamente igual — ou pior — na velha cidade das utopias frustradas e dos absurdos institucionalizados.
Posso afirmar, com provas cabais e processos judiciais em andamento, que o grande responsável pelo colapso do Sistema de Transporte foi — e sempre será — o ex-prefeito Diógenes Tolentino, o Dinha. Foi ele quem deixou a famigerada “Herança Maldita”. Ou melhor: um verdadeiro abacaxi político para o pequeno Gigante do Cristo Rei tentar descascar.
O cenário, que já era caótico, tornou-se ainda mais indigesto quando Dinha resolveu — sabe-se lá por quais cargas d’água políticas — nomear “Jajai” para a Secretaria de Mobilidade Urbana, em 2021. Ali, o barco que já estava à deriva finalmente afundou. O tal “Sistema de Transporte” virou sucata institucional.
Enquanto o transporte afundava e a cidade literalmente parava — porque sem transporte a cidade não anda —, Del do Cristo Rei era cuidadosamente preparado para ser apenas o “prefeito tampão”, um gestor transitório de Dinha para Dinha.
Mas eis que o roteiro muda.
Abraçado à famosa “Arca da Aliança”, Del nadou, nadou… e conseguiu chegar à praia do Sufoco. Foi ali que percebeu que a tal “Herança Maldita” não passava de um continuísmo travestido, uma armadilha cuidadosamente montada para lhe aplicar a morte política em câmera lenta.
Pasmem, minhas inocentes crianças.
Em meio ao turbilhão das AIJEs por abuso de poder e fraude à cota de gênero, hoje mais vivas que paciente em UTI — agora batendo às portas do STF/Brasília —, o pequeno Gigante do Cristo Rei resolveu, ao que tudo indica, tentar dar a volta por cima.
E atenção: antes mesmo da Lavagem do Bonfim, segundo informações ultra secretas vindas diretamente da “Casa Branca” da Praça 7 de Novembro, o governo prepara uma reforma administrativa de grandes proporções.
Estamos falando de:
• Mais de 20 nomes do primeiro escalão, entre secretários, chefes de gabinete e superintendentes;
• Todos ligados diretamente ao legado deixado por Dinha, estrategicamente posicionados para garantir seus mandos e desmandos dentro do Executivo;
• Além disso, mais de 920 cargos de confiança — herança direta do ex-prefeito — deverão ser exonerados.
A porteira vai ser aberta.
E o velho refrão muda de tom:
“Ou está com Del, ou peça para sair. Caso contrário, será exonerado.”
Se confirmada, será a maior reforma administrativa da história recente de Simões Filho, talvez superada apenas pela emblemática mudança de 1988, com a saída de Eduardo Simões.
Quanto a mim, sigo por aqui.
E se me chamarem, eu vou.
Nem que seja apenas para ver o mar pegar fogo
e comer tubarão narigudo frito, à beira do caos político anunciado.

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