AGU alerta para punições a agentes públicos que disseminarem fake news nas eleições
Órgão também recomenda que servidores e autoridades não devem utilizar bens e serviços públicos para favorecer candidaturas
A Advocacia-Geral da União publicou orientações a agentes públicos e gestores sobre condutas vedadas durante o período eleitoral, com foco no uso de redes sociais, da máquina pública e na prevenção de abuso de poder político e econômico.
Entre as recomendações, o órgão destaca que servidores e autoridades não devem divulgar ou contribuir para a disseminação de informações falsas, nem utilizar bens e serviços públicos para favorecer candidaturas. No caso de ocupantes de cargos eletivos, a orientação inclui a vedação de transformar eventos institucionais em atos de campanha, que só podem ocorrer fora do horário de trabalho.
“É permanentemente vedada a disseminação, o endosso ou o compartilhamento de informações sabidamente falsas, descontextualizadas ou não verificadas [fake news], bem como de conteúdos que promovam discurso de ódio, discriminação, incitação à violência, ataques pessoais, desqualificação moral ou afronta à dignidade de pessoas ou grupos”, alerta a publicação.
O documento também reforça que, no exercício da função pública, devem ser observados os princípios constitucionais da administração legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência, com atenção redobrada em ano eleitoral.
“Em período eleitoral, a observância desses deveres deve ser redobrada, em razão do elevado potencial de impacto das manifestações públicas das autoridades sobre o debate democrático e sobre a confiança da sociedade nas instituições”, recomenda a AGU.
A cartilha aponta ainda que, mesmo quando não configuram infração eleitoral, determinadas práticas podem ser enquadradas como infrações éticas, sobretudo quando há conflito entre o exercício do cargo e a promoção pessoal ou político-partidária.
Nesse contexto, o órgão veda o uso de visibilidade institucional, prestígio do cargo ou prerrogativas públicas para autopromoção eleitoral ou para induzir eleitores a associar realizações administrativas a méritos individuais de agentes públicos.
Intitulada “Cartilha Eleitoral: Condutas Vedadas aos Agentes Públicos Federais nas Eleições 2026”, a publicação é apresentada como um guia prático para orientar decisões administrativas no período eleitoral e prevenir irregularidades.
“Por tudo isso, espera-se que a cartilha contribua para uma atuação pública segura, responsável e comprometida com o interesse público durante este ano de 2026, fortalecendo as instituições e contribuindo com a lisura do processo eleitoral”, afirma a AGU.

07.02.2026Ibametro interdita 28 bombas de combustível em postos de Candeias... - Leia Mais...
24.04.2026E VAI COMEÇAR A BAGACEIRA – CÂMARA ABRE INVESTIGAÇÃO DA... - Leia Mais...
27.05.2026Jequié: R$ 145,2 milhões são investidos na modernização da infraestrutura... - Leia Mais...
11.12.2025Governo do Estado investe R$ 252 milhões em obras de... - Leia Mais...
20.05.2026Vídeo mostra momento de atropelamento de filha de assessor de... - Leia Mais...
22.04.2026CÂMARA MUNICIPAL A CIDADE PASSA POR AQUI !!! - Leia Mais...
16.12.2025Enel cumpriu só 11% de plano anual de podas de... - Leia Mais...
08.02.2026Defesa Civil de SP mobiliza gabinete de crise após tempestades... - Leia Mais...
26.05.2026Amazon abre 500 vagas de emprego no novo centro em... - Leia Mais...
19.12.2025Governo do Estado anuncia R$ 101 milhões em investimentos para... - Leia Mais...
05.01.2026Simões Filho intensifica serviços de limpeza urbana - Leia Mais...
31.01.2026SPM reforça ações de prevenção e enfrentamento à violência contra... - Leia Mais...











