YAHWEH SHAMMAH 2026: LOUVOR PAGO A PREÇO DE OURO ENQUANTO A CIDADE SANGRA !!!
Por Alberto de Avellar – Simões Filho confirmou, com pompa e divulgação institucional, a edição comemorativa de 20 anos do Yahweh Shammah, marcada para 25 a 31 de janeiro de 2026, na Praça Municipal Ernesto Simões. O discurso oficial é conhecido: fé, louvor, impacto positivo no comércio e “evento consolidado no calendário da cidade”.
O problema é outro. Quem paga a conta? E quanto essa conta vai custar novamente aos cofres públicos?
O que não aparece na propaganda
Nas edições anteriores, o festival foi marcado por cachês elevados de artistas gospel nacionais, valores que jamais foram explicados de forma clara à população. A pergunta que ecoa nas ruas é direta:
Vai se repetir o roteiro dos altos cachês bancados com dinheiro público?
Enquanto o palco recebe luzes, telões e nomes de peso, a cidade convive com:
•Saúde em colapso, hospital alvo constante de denúncias
•Educação com carências estruturais
•Transporte público caótico
•Serviço social fragilizado
•Desemprego crescente
Fé não pode ser cortina de fumaça…
Não se trata de atacar a fé — fé não se discute, se respeita. O que se questiona é o uso de recursos públicos sem transparência, num município que enfrenta emergências reais e urgentes.
Se há dinheiro para pagar cachês milionários, por que:
• Falta medicamento?
• Falta ônibus?
• Falta vaga, assistência e oportunidade?
Continuidade do modelo Dinha…
A gestão atual, sucessora direta do modelo Dinha/Del, segue a mesma cartilha:
• Prioriza eventos midiáticos
• Evita debate público sobre valores
• Ignora prioridades sociais básicas
É o velho “pão e circo gospel”, agora com louvor amplificado e nota fiscal silenciosa.
Perguntas que exigem resposta…
A população precisa — e tem direito — de saber:
1. Qual o valor total investido no Yahweh Shammah 2026?
2. Quanto será pago em cachês artísticos?
3. Qual a origem dos recursos: municipal, estadual, emendas?
4. Onde estão os contratos e publicações oficiais?
Transparência não é perseguição.
É obrigação legal.
Conclusão…
Celebrar 20 anos de um evento religioso não pode significar 20 anos de silêncio sobre gastos públicos.
Enquanto a cidade enfrenta abandono em áreas essenciais, continuar jogando dinheiro pelo ralo em eventos caros é desrespeito com o povo.
Fé não se compra.
Louvor não justifica desperdício.
E gestão pública não é palco — é responsabilidade.

29.01.2026Oficina de Percussão, Narcizinho, Gereba e a intervenção cênica “O... - Leia Mais...
02.02.2026Calendário 2026: veja feriados e datas comemorativas de fevereiro além... - Leia Mais...
02.07.2026Bahia participa do lançamento do maior Plano Safra da história,... - Leia Mais...
28.03.2026IR 2026: Receita recebe mais de 4 milhões de declarações... - Leia Mais...
16.02.2026Mudança do Garcia transforma o bairro em palco de tradição,... - Leia Mais...
03.03.2026Simões Filho já retomou as aulas do Programa Simões Filho... - Leia Mais...
23.04.2026Associação da Jaqueira transforma produção agroecológica em comida para famílias... - Leia Mais...
14.02.2026PM prende 245 pessoas e apreende mais de 60 adolescentes... - Leia Mais...
11.05.2026Cadastro na Nota Premiada Bahia agora pode ser feito via... - Leia Mais...
18.01.2026Semana começa com risco de chuva extrema em várias partes... - Leia Mais...
21.07.2026O "CONTO DE VIGÁRIO" DINHA ATACA NOVAMENTE??. - Leia Mais...
01.04.2026NO MÊS DA MENTIRA: ABRE COM A FILA DO PEIXE... - Leia Mais...











