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Turismo baiano cresce 11,7% e lidera alta entre estados do país, diz IBGE

O setor acumula 17 meses consecutivos de expansão, mantendo crescimento desde outubro de 2024

As atividades de turismo na Bahia voltaram a crescer em fevereiro de 2026 e registraram um dos melhores desempenhos do país, segundo dados divulgados nesta terça-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Na comparação com janeiro, o volume de serviços turísticos no estado avançou 1,3%, considerando a série com ajuste sazonal – que desconsidera efeitos de calendário. Esse foi o segundo resultado positivo consecutivo, após alta de 1,2% entre dezembro e janeiro.

Nesse cenário, a Bahia teve o quarto melhor desempenho entre os 17 estados onde o turismo é acompanhado separadamente pelo IBGE e ficou acima da média nacional, que registrou queda de 0,9% no período. Os melhores resultados foram observados em Rio Grande do Norte (13,7%), Pernambuco (2,1%) e Alagoas (1,3%).

Já na comparação com fevereiro de 2025, o turismo baiano apresentou crescimento ainda mais expressivo: alta de 11,7%, o melhor resultado entre os estados pesquisados e bem acima da média do Brasil, que foi de 0,8%. Com isso, o setor acumula 17 meses consecutivos de expansão, mantendo crescimento desde outubro de 2024.

No acumulado dos dois primeiros meses de 2026 – período que coincide com a alta temporada de verão – o turismo na Bahia registra crescimento de 6,7%, o melhor resultado para um primeiro bimestre em três anos. O índice também ficou acima da média nacional, que foi de 3,0%.

Entre os estados analisados, o desempenho baiano é o quarto maior do país, atrás apenas de Rio de Janeiro (13,8%), Pará (10,1%) e Amazonas (9,9%).

No acumulado dos últimos 12 meses encerrados em fevereiro, o turismo na Bahia também segue em crescimento, com alta de 7,1%. Esse indicador registra avanços contínuos há quase quatro anos e meio no estado e permanece acima da média nacional, que é de 4,2%.

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No ranking nacional desse período, a Bahia aparece na sexta posição, atrás de Rio Grande do Sul (12,6%), Amazonas (11,6%) e Rio de Janeiro (11,1%).

 

 

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