EDUCAÇÃO EM COLAPSO: DIRETORES PEDEM EXONERAÇÃO COLETIVA EM SIMÕES FILHO!!!
Por Alberto de Avellar – O grito silencioso que chegou à mesa do prefeito Del Do Cristo Rei…
Simões Filho amanheceu hoje com uma daquelas notícias que não cabem mais debaixo do tapete da Prefeitura. O Prefeito Del recebeu um pedido coletivo de exoneração assinado por TODOS os diretores das escolas públicas do município. Um fato histórico. Grave. Sintomático. E, acima de tudo, revelador.
Não se trata de birra política, vaidade ferida ou jogo de bastidores. Trata-se de esgotamento. Trata-se de resistência ética. Trata-se de profissionais que chegaram ao limite diante da forma como a educação vem sendo conduzida — ou melhor, desconduzida — pela atual gestão municipal.
Educação desprezada, resultados em queda
Os números não mentem, embora tentem silenciá-los.
Os índices de aproveitamento e alfabetização nas séries iniciais CAÍRAM. Crianças estão avançando de ano sem aprender o básico. Professores trabalham sem estrutura. Diretores são tratados como peças descartáveis de um tabuleiro político.
Enquanto isso, a educação — que deveria ser prioridade absoluta — virou moeda de troca, cabide político e setor invisível dentro do Palácio do Poder.
Falta de respeito com quem sustenta a escola
Os relatos são uníssonos:
• ausência de diálogo;
• decisões autoritárias;
• desvalorização dos profissionais;
• escolas maquiadas por fora e sucateadas por dentro;
• estudantes abandonados à própria sorte.
Quando todos os diretores decidem assinar um pedido coletivo de exoneração, não é crise pontual. É falência administrativa.
Ministério Público já investiga
E não é só a Rádio Peão que comenta nos corredores. O Ministério Público já está investigando possíveis desvios e irregularidades na condução da pasta da Educação durante a atual gestão.
Ou seja: a crise saiu da escola, atravessou o gabinete e bateu à porta da Justiça.
E agora, prefeito?
O gesto dos diretores deixa uma pergunta que ecoa mais alto que qualquer discurso oficial:
Quem vai cuidar das escolas se quem as dirige pede para sair?
Quem vai responder pelas crianças que estão ficando para trás?
Quem assume a responsabilidade por transformar a educação em um campo minado político?
Palavra do Bom Velhinho
Quando a educação adoece, o município inteiro paga a conta.
E quando os educadores dizem “basta”, não é rebeldia — é sobrevivência moral.
Simões Filho não enfrenta apenas uma crise educacional. Enfrenta uma crise de gestão, de sensibilidade e de compromisso com o futuro.
E como sempre digo: quando o poder tapa os ouvidos, a exoneração vira grito.

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