CAOS NA SAÚDE PÚBLICA: PACIENTES DORMEM EM CADEIRAS EM SITUAÇÃO SUB-HUMANAS !!!
Por Alberto de Avellar – A situação da saúde pública em Simões Filho voltou a ser alvo de denúncias graves por parte de usuários do sistema. Imagens e relatos enviados por populares escancaram um cenário de abandono na UPA do CIA, onde pacientes aguardam atendimento e regulação em condições desumanas.
Segundo testemunhas, há pacientes desde a última terça-feira dormindo em cadeiras quebradas, sem qualquer dignidade ou assistência adequada. Em uma das imagens, é possível ver uma senhora com problemas na perna acomodada de forma precária, enquanto outros pacientes seguem na mesma situação, aguardando transferência para unidades hospitalares.
Os relatos apontam ainda para a falta de itens básicos, como leitos, água, materiais e até mesmo leite para pacientes. A precariedade atinge também a estrutura: cadeiras rasgadas, macas danificadas e equipamentos odontológicos sem funcionamento por falta de peças.
“A UPA não tem cama, não tem estrutura mínima. Tem gente sofrendo, dormindo em cadeira quebrada. Isso não é saúde, isso é abandono”, relatou um denunciante.
A indignação popular cresce ainda mais diante das informações de que a gestão municipal mantém contratos milionários — superiores a R$ 2 milhões — com a empresa responsável pela administração da unidade. Enquanto isso, o que se vê na prática é um sistema colapsado e incapaz de atender a população com dignidade.
A crise na saúde se soma a outros episódios recentes que abalaram a confiança da população, como a polêmica distribuição do peixe na Semana Santa, marcada por denúncias de desorganização e humilhação, especialmente contra mulheres que enfrentaram longas filas em busca de alimento.
Agora, o foco recai sobre a continuidade da gestão Dinha/Del, que, segundo críticos, mantém práticas que não correspondem aos investimentos anunciados. A população questiona: onde estão os recursos públicos?
A situação também levanta questionamentos sobre a atuação da Secretaria de Saúde, que vem sendo cobrada por respostas urgentes diante do cenário de abandono. Moradores pedem providências imediatas, incluindo a transferência dos pacientes que aguardam regulação e a reestruturação da unidade.
Enquanto isso, o povo segue resistindo — entre a dor, o descaso e a esperança de dias melhores.
“O que não falta é dinheiro. O que falta é respeito com o povo.”

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