A DANÇA DAS CADEIRAS: NO BAILE DAS SECRETARIAS ENCANTADAS !!!
Por Alberto de Avellar – O Bom Velhinho que não perde um passo desse forró político… Em Simões Filho, meus inquietos e já calejados leitores, a política não anda… ela dança! E quando dança, não é qualquer ritmo não — é um verdadeiro forró de cadeira, daqueles que quando a música para alguém sempre fica de pé… ou melhor, alguém sempre senta melhor!
Eis que surge mais um capítulo da já tradicional “Dança das Cadeiras do Novo Tempo”. Sai Andréia Pereira da Secretaria da Mulher — ligada ao Querubim Sem Asa — e entra quem? Não, não é qualquer uma não… é a esposa do Bombeiro Mota, aquele mesmo que até ontem estava do outro lado do balcão, soprando a oposição como quem apaga incêndio com gasolina.
Mas como diz o ditado popular:
“Quem não tem padrinho político, não entra nem no salão.”
E o Bombeiro, meus amigos… entrou foi dançando coladinho!
Depois de anunciar no podcast PodPensar que “ou ele ou a mulher” seriam contemplados — porque aqui ninguém é besta — a promessa virou realidade. E como a vaga era “da mulher”, nada mais justo (ou conveniente) do que cumprir a cota conjugal.
Resultado?
Um verdadeiro tsunami na Câmara de Vereadores!
Os aliados de primeira hora, aqueles que suaram a camisa na campanha, agora estão se perguntando, entre um cafezinho e outro nos corredores:
— “O que é que esse bombeiro tem que eu não tenho?”
— “Será que é o extintor ou a mangueira?”
E o burburinho cresce… cresce mais que fila do peixe na Semana Santa!
Nos bastidores, a nova moda já está lançada: Cada vereador agora quer sua secretaria particular — seja para a esposa, o irmão, a sogra ou até o papagaio de estimação.
Porque, convenhamos…
Se o Bombeiro “que nada fez” já chegou sentando na cadeira macia, os outros estão achando que merecem, no mínimo, um sofá!
E assim segue o baile…
O governo que prometia mudança agora distribui cadeiras como quem distribui convite de festa:
— “Você vem? Traga a família… que a secretaria a gente arruma!”
Enquanto isso, o povo — esse sim — continua assistindo tudo da arquibancada, sem música, sem cadeira e, muitas vezes, sem resposta.
Mas fiquem tranquilos, meus leitores…
Porque em Simões Filho, quando a música para sempre tem alguém que senta — e quase nunca é quem precisa.
E o Bom Velhinho?
Ahhh… esse segue só observando… anotando… e rindo, porque se não rir, chora!
Até a próxima dança… porque essa festa ainda vai render muito arrasta-pé!

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