SAÚDE É OU NÃO UM SERVIÇO ESSENCIAL ???
Não estou aqui para colocar fogo no parquinho mas…, para alertar ao prefeito Del do Cristo Rei o que estão fazendo com sua administração ja bastante conturbada e volto a salientar existe forcas ocultas nos bastidotes querendo descredibilizar sua administração.
Esta sexta-feira (03) começou com indignação para pacientes que procuraram atendimento no Ambulatório de Saúde Mental de Simões Filho. Apesar de terem consultas agendadas, usuários chegaram ao local e encontraram as portas fechadas, sem qualquer comunicado informando sobre a suspensão do atendimento.
Em vídeo gravado no local, uma paciente desabafou:
“Hoje é dia de atendimento. Chegamos aqui e está tudo fechado. Não tem nenhum aviso dizendo que não teria atendimento, ninguém ligou para avisar. Tem pessoas esperando aqui. Eu preciso levar um atestado de comparecimento para o trabalho, mas como vou conseguir se não tem ninguém para atender?”
A situação levanta um questionamento importante: afinal, saúde é ou não é um serviço essencial?
O Diário Oficial do Município publicou o Decreto nº 528/2026, que tornou o dia 03 de julho ponto facultativo nas repartições públicas municipais em virtude do feriado da Independência da Bahia. Entretanto, o próprio decreto faz uma ressalva clara:
“Excetuam-se as repartições públicas cujas atividades em serviços essenciais não admitem interrupção e que não possam sofrer solução de continuidade.”
Diante disso, fica a pergunta que muitos usuários fazem: um serviço de saúde mental, que acompanha pacientes que necessitam de atendimento contínuo, deveria funcionar ou ao menos garantir comunicação prévia aos pacientes?
O problema apontado pelos usuários não é apenas o fechamento, mas principalmente a falta de informação. Pessoas se deslocaram, organizaram suas rotinas, algumas deixaram compromissos profissionais, e chegaram ao local sem encontrar sequer um aviso na porta.
O episódio acontece em um momento em que a saúde pública municipal já vem sendo alvo de cobranças da população por melhorias no atendimento e na organização dos serviços.
Fica o apelo ao prefeito Del do Cristo Rei e à secretária municipal de Saúde Tthaina: que situações como essa sejam avaliadas e que a comunicação com os pacientes seja aprimorada, principalmente quando envolve áreas sensíveis como a saúde mental.
Porque para quem precisa de atendimento, uma porta fechada sem explicação representa muito mais do que um transtorno: representa insegurança e sensação de abandono.
A pergunta continua: saúde mental pode esperar?

02.05.2026SIMÕES FILHO DISCUTE NOVA LEI E ESTRATEGIAS DE COMBATE À... - Leia Mais...
19.02.2026#TBT: Magno Reis é lembrado por legado à frente da... - Leia Mais...
18.11.2025JUSTIÇA DECRETA: O FIM DOS NOMEADOS FANTASMAS DE DINHA… - Leia Mais...
06.02.2026Nova sala cirúrgica do Hospital Santo Antônio reforça atendimento do... - Leia Mais...
17.03.2026Assembleia Legislativa da Bahia concede título de Cidadão Baiano ao... - Leia Mais...
06.12.2025Soldado confessa ter esfaqueado e incendiado cabo do Exército - Leia Mais...
03.06.2026DENÚNCIA: SIMÕES FILHO VIVE A LEI DA SEMEADURA. - Leia Mais...
03.05.2026O BOM VELHINHO NÃO PERDOA – O PODEROSO CHEFE E... - Leia Mais...
27.04.2026Estudantes do Colégio Estadual Luiz Viana, em Salvador, iniciam capacitação... - Leia Mais...
30.04.2026Imposto de Renda: Receita paga lote da malha fina de... - Leia Mais...
31.12.2025Laudo confirma intoxicação por metanol em sete pessoas residentes em... - Leia Mais...
13.02.2026A ODISSEIA DOS ERRANTES !!! - Leia Mais...











