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DEL O SUPOSTO PODEROSO CHEFÃO: O CONTINUISMO DE DINHA…




Se existiu uma frase quase filosofal, que deveria entrar para a história moderna de Simões Filho, foi a do vereador Orlando de Amadeu:

“Chega de falácias e utopias, porque o povo não está mais besta, não.”


Muito se fala sobre a suposta “Herança Maldita” deixada pelo ex-prefeito Diógenes Tolentino, o Dinha, recheada de supostas…
•obras de fachada, 
•supostas “obras Sonrisal”,
•supostos desvios de dinheiro público,
•supostas nomeações de funcionários fantasmas, 
•suposta compra de votos, 
•suposto abuso de poder, 
•suposta fraude à cota de gênero e, pelo menos, mais umas centenas de supostas arbitrariedades em sua administração.

Inclusive, penso que o governo Dinha poderia entrar para a história como “o governo dos supostos, na boa terra de gente besta”, porque foram tantos “supostos” que ninguém consegue provar nada; tudo fica apenas no campo das conversas, do disse-me-disse, do cheiro de fumaça, do blá-blá-blá e do mimimi.

E agora surge o governo de Devaldo Soares, conhecido como Del do Cristo Rei,..

• político experiente, com dois mandatos de vereador…
• ex-presidente da Câmara Municipal…
•Foi citado na Ação Direta de Inconstitucionalidade envolvendo o episódio dos R$ 85 milhões  pela Ministra Chefe do STF…e acabou sendo o escolhido Divino o Milagre da Politica conforme  Dinha, apontado por muitos como seu fiel discipulo sucessor político.

Recebeu a chamada “Arca da Aliança”, com toda a suposta herança maldita dentro dela, juntamente com os 24 secretários, apontados por críticos como inoperantes, além de toda a estrutura administrativa, incluindo os alegados 1.200 funcionários fantasmas. Participou da transição de governo e, desde então, não há um discurso sequer em que não pregue o continuísmo, afirmando que a cidade precisa continuar avançando.

O que muitos questionam, entretanto, é: onde está o dinheiro dos empréstimos? Foram mais de R$ 149 milhões em financiamentos, além de emendas parlamentares milionárias — apenas a do deputado Paulo Azi, segundo divulgado, chega a R$ 50 milhões, enquanto a da deputada Kátia Oliveira alcançaria R$ 8 milhões. Soma-se a isso a arrecadação municipal dos últimos dezoito meses, estimada em cerca de R$ 60 milhões mensais, totalizando aproximadamente R$ 1 bilhão 280 milhões de reais.

Não se trata, evidentemente, de moedas esquecidas nos bolsos dos paletós dos políticos.

Pensando bem, são cifras que impressionam. Valores que, para muitos, remetem aos grandes escândalos políticos nacionais, como o Mensalão, o chamado “Cuecão” e até mesmo o dinheiro encontrado em um apartamento ligado ao ex-ministro Geddel Vieira Lima. E a pergunta continua sendo feita por parte da população: onde foi parar todo esse dinheiro?

Segundo dados frequentemente debatidos no cenário político local, cerca de 54% das despesas estariam comprometidas com a folha de pagamento, incluindo cargos comissionados e nomeações. Enquanto isso, na visão de muitos moradores, os serviços públicos continuam apresentando sérias deficiências. Faltam medicamentos, o hospital enfrenta dificuldades, o transporte público praticamente inexiste e a população segue enfrentando problemas básicos.

Em contrapartida, gastos elevados em eventos, festividades e ações promocionais acabam atraindo a atenção e gerando questionamentos. Entre eles, investimentos relacionados à seleção simõesfilhense de futebol, despesas com viagens administrativas e a realização da Jornada Pedagógica, evento que, segundo críticos, consumiu mais de R$ 2 milhões em sua organização.

Agora, a cidade entra no período das corridas, dos alinhamentos políticos e das tradicionais festas juninas, com a expectativa de novos investimentos milionários para o tal “Arraia das Viúvas “. Para muitos cidadãos, porém, a prioridade deveria ser outra: enfrentar os problemas estruturais do município e buscar apoio dos governos estadual e federal para áreas consideradas essenciais.

Decretando o Estado de Emergência já que a cidade está literalmente embaixo d’água das chuvas devido as obras de engano dos canais orçadas em 12 milhões de reais em menos de 200 metros de canais que não foram feito.

Fica, portanto, a reflexão: seria o atual governo apenas uma continuidade do modelo administrativo implantado anteriormente ou, de fato, um novo tempo para Simões Filho?

Essa é uma pergunta que, inevitavelmente, continuará presente no debate político local.

Fonte: Clique aqui

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