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A MAIOR FALCATRUA DA HISTÓRIA DE SIMÕES FILHO..

 


Por Alberto de Avellar – Meus nobres, pensantes e calejados leitores de Simões Filho, a capital dos absurdos, preparem a pipoca e o suco de maracujá: o Bom Velhinho vai desvendar o mistério da CPI — a maior falcatrua da história de Simões Filho.

Se vocês pensaram, em algum momento, que já haviam visto toda a capacidade destrutiva dos espetáculos circenses do nobre edil Orlando de Amadeu, esta ficará nos anais da história, quando as próximas gerações lembrarem o nome do bufão, o bobo da corte do poderoso chefão da “Família Tolentino”.

Todos sabem que o deputado Eduardo Alencar propôs uma CPI (Comissão Parlamentar de Investigação) e declarou que, caso não ficasse comprovado que o ex-prefeito Dinha tivesse desviado milhões de reais dos cofres públicos, ele renunciaria ao seu mandato.

E, claro, alguns nobres edis aceitaram o desafio e protocolaram a indicação solicitando a tal CPI da Infraestrutura.

Enquanto o povo se aglomerava nas cadeiras do plenário da 8ª Sessão Ordinária, na dita Casa do Povo, Orlandinho — ou “Orlando de Amadeu”, como é chamado nos bastidores — permanecia quietinho, como menino amarelo prestes a ser desmascarado.

Ocorre que Orlandinho, quando presidente da Câmara em 2020, havia sancionado e alterado o Regimento Interno, publicando mais de 40 mil exemplares para um povo que não lê nem bula de medicamento, quanto mais Regimento Interno ou Lei Orgânica do Município.

Moral da história: Orlando de Amadeu retirou do Regimento Interno, no artigo 27, justamente as normas e regras que definem a CPI. Sem normas e regras, todo o Parlamento Municipal passa a servir apenas para receber salário e dizer “amém” ao Executivo — e a tal CPI, neca de pitibiriba.

Agora, o atual presidente da Câmara, Itus Ramos, terá que “se virar nos trinta” e, em regime de urgência urgentíssima, refazer o Regimento Interno, sob pena de ser visto como conivente com a falcatrua.

Outro que terá muito trabalho é o vereador Neivaldo Scavelo, presidente da Comissão de Ética da Câmara. Como explicar que nunca leu o Regimento Interno? E, se leu, como não percebeu tal alteração? Agora, para justificar-se perante a opinião pública, terá que avaliar medidas mais duras, como eventual pedido de afastamento ou cassação de Orlando de Amadeu.

Vale lembrar que a situação pode configurar uma possível Ação Direta de Inconstitucionalidade, e Orlandinho poderá ser chamado a prestar esclarecimentos perante as autoridades competentes.

O Bom Velhinho até gravou um vídeo com as provas cabais de suas alegações… Acompanhem. 

Fonte: Clique aqui

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