SAÚDE DE SIMÕES FILHO: VIRA MAQUINA CAÇA NIQUEL E POPULAÇÃO SOFRE !!!
Por Alberto de Avellar — Meus inquietos pensantes da cidade icônica dos absurdos. Tem coisa que não precisa de discurso político. Basta entrar olhar e sentir o cheiro.
O mais terrível quando se fala em Saúde Pública em Simões Filho são as argumentações esdrúxula dos Agentes públicos… – Neste vídeo a seguir se percebe o despreparo total dos defensores do indefensável, este é nomeado como “Auxiliar Técnico Nível 1”, no Gabinete do Prefeito ou seja “Secretaria de Governo”, não tem o segundo grau completo, mas foi nomeado como Técnico, além é claro de ter uma ficha policial de fazer inveja a muitos que estão atrás das grades.
MAS A REALIDADE DOS FATOS É ESTA…
Enquanto contratos milionários da saúde ultrapassam a casa dos 6 milhões de reais por mês para manutenção e prestação de serviços médicos, a realidade dentro do Hospital Municipal de Simões Filho parece contar outra história — e uma história bem mais triste.
Relatos vindos de dentro da própria unidade mostram:
Sanitários imundos…
Paredes sujas e com infiltração
Água vazando pelo conduíte elétrico do teto
Mofo espalhado pelos corredores
Macas enferrujadas
Poltronas de repouso deterioradas
Estrutura física em estado alarmante
E não estamos falando de um prédio abandonado.
Estamos falando do hospital da cidade.
Do lugar onde pessoas internadas, debilitadas, fragilizadas e muitas vezes com imunidade baixa precisam lutar pela vida.
E é aí que mora o perigo.
Porque ambiente hospitalar sujo não é só descaso. É risco de contaminação, proliferação de bactéria e ameaça direta ao paciente.
É questão de saúde pública.
Enquanto isso, famílias relatam situações dramáticas:
Pacientes aguardando regulação por mais de 15 dias internados, sem previsão de transferência, e obrigados a permanecer em ambientes considerados insalubres.
A pergunta que ecoa nos corredores não é política.
É humana.
Como um município que paga milhões por mês na saúde permite que o hospital esteja nessas condições?
Porque dinheiro existe já que o novo contrato assinado no início desse ano é superior a 6 milhões de reais por mês.
O que não aparece é o resultado.
A crise na saúde de Simões Filho não é mais apenas sobre filas ou demora.
Agora é sobre estrutura, dignidade e sobre segurança sanitária.
Porque quando o teto vaza dentro de um hospital não é só água que escorre.
Escorre a credibilidade o respeito e o cuidado com a população.
E enquanto isso, o povo segue esperando. Na fila da regulação, na cadeira enferrujada e na enfermaria infiltrada.
Esperando não apenas atendimento. Mas respeito.

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