MUNDIAL: PREVISÃO 2026 DO BOM VELHINHO…
Por Alberto de Avellar – Texto de inteira responsabilidade do autor 05 Janeiro de 2026 e não retiro uma virgula.
Meus leitores e seguidores — agora não apenas de Simões Filho, a cidade icônica dos absurdos, mas também espalhados pelo mundo, como demonstram as estatísticas do Blogger/Google — esta análise nasce do compromisso com os fatos, não com versões convenientes.
O Bom Velhinho, para alguns rotulado de “Mau Velhinho”, mantém uma linha clara: aqui não se pactua com fake news. O que se escreve pode ser provado. Não é discurso de boca; é materialidade.
O planeta vive uma crise energética global, e decisões unilaterais tomadas por potências mundiais agravam ainda mais esse cenário. Qualquer ação militar que viole a soberania de um Estado, sob o pretexto de controle econômico ou energético, configura invasão e afronta direta ao princípio republicano universal: o poder emana do povo. Não cabe a governos estrangeiros decidir quem deve ou não governar uma nação soberana.
A história é clara ao demonstrar que intervenções desse tipo não produzem estabilidade, mas sim guerras, deslocamentos humanos e retrocessos civilizatórios. A lembrança do pensamento democrático clássico de Abraão Lincoln, “do povo, para o povo e pelo povo” — não é retórica vazia, mas um alerta histórico sobre os limites do poder e a centralidade da vontade popular.
O risco geopolítico é real. Caso não haja recuo diplomático e respeito às regras internacionais, o mundo pode estar diante de um perigoso ensaio de conflito em escala global. A América do Sul, celeiro alimentar e energético do planeta, surge como área estratégica e vulnerável nesse tabuleiro.
O Brasil, país de trabalhadores e produtor essencial para o abastecimento mundial, não pode ser tratado como peça secundária em disputas entre interesses econômicos e militares. Democracia não se sustenta com mercenarismo ideológico, nem com discursos religiosos instrumentalizados para justificar violência, exclusão ou autoritarismo.
Falo também a partir da memória. Sou um dos muitos brasileiros marcados pelos anos da ditadura. Não desejo para meus filhos, netos e bisnetos o retorno do medo, da censura e da perseguição política. A defesa da democracia, dos direitos humanos e da soberania dos povos não é ideologia: é compromisso civilizatório.
Essa é a previsão do Bom Velhinho para 2026 — crítica, responsável e firmada na história.

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